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Setor da indústria e comércio de Ourinhos driblam crise econômica

Empresas estão contratando mais que demitindo, segundo Caged. ‘Não tenho do que reclamar’, diz empresário da cidade.

Enquanto o Brasil passa por uma crise econômica, a indústria e o comércio de Ourinhos (SP) parecem driblar o problema e estão até contratando novos funcionários. Foram os números da indústria somados as novas contratações do comércio que fizeram com que Ourinhos ficasse com esse saldo positivo nos empregos.

Depois de sete anos trabalhando em uma empresa como almoxarife, Adalberto Vanzela Ferreira foi demitido, mas teve sorte, em pouco mais de dez dias foi chamado para trabalhar em outra indústria na mesma função. “Imagina você casado há três anos, mulher grávida de cinco meses. Eu estou me sentindo outra pessoa, tanto é que a gente deita na cama e já dorme. Desempregado você nem dorme.”

Na fábrica que Adalberto foi contratado, não houve demissões neste ano. Ao contrário, o quadro de funcionários cresceu. Em abril houve três novas contratações, segundo o empresário Edenilson Natale. “No caso do agronegócio não ha nenhuma noção de que esse setor esteja em baixa. As vendas continuam fluindo. Não tenho do que reclamar.”

Empresas de Ourinhos contratam mais que demitem
(Foto: Reprodução / TV TEM)

A atendente Márcia Frazon Camargo ficou somente três meses desempregada, isso porque resolveu mudar de área.  “Uma nova oportunidade eu estou aprendendo uma nova profissão vou ter mais coisa para o meu currículo. Eu tive uma dificuldade de me colocar, mas eu estou bem.”

Emprego na região
Os dados dos primeiros quatro meses do ano comprovam o bom momento de Ourinhos para o emprego são do Ministério do Trabalho. Na cidade, 955 pessoas foram demitidas e 1066 contratadas, salto positivo. Em Bauru, 1310 demitidos e 993 contratados, saldo negativo. Em Assis, o salto negativo foi de 156. Em Marília 2.109 pessoas foram demitidas e 2091 contratadas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregado (Caged).

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico José Claudinei Messias, o motivo da cidade andar na contramão do desemprego está na boa administração dos empresários em momentos de crise. “A união dos empresários em época de crise e continuar investindo na sua empresa, isso ajuda a cidade a transformar a cidade em um grande polo de comercio e serviço”, acredita.

Essa pelo menos é a filosofia do empresário Marcos Jorge Pereira, que, inclusive, vê novas possibilidades no horizonte. “Nós temos vagas em aberto e para o segundo semestre vamos abrir uma nova unidade e mais oito vagas pra ser preenchidas”, afirma.

Fonte: http://g1.globo.com/

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